Para...
Olha para mim e diz o que ves,
Ouve a tua alma e descansa no meu colo,
O cheiro, o toque das “Formas De Vida”,
Onde as folhas do nosso amor passam em branco...
O mundo,
Esse fecha-se por dentro de nós,
Na indeferença,
Na esperança,
Revelando o poder que imagino nos meus sonhos,
Para...
Tocame na minha outra face: reconhece-me,
Em tudo o que vivemos...
Em tudo o que passamos...
Assim: serei eu,
Podendo abraçar o proximo sem dizer adeus,
E pedir a desculpa intelectual,
Oferecendo minha mão...
Meu amor...
E dizer:
Para...
Olha para mim,
Sim...ja sei o que ves.
Falando um pouco mais sem saber quem sou,
Serei capaz de me ouvir...
Junto de um outro que diz ser imortal,
Estanhas formas e fins sem saber as finalidades de existir...
Tento parar para escutar o futuro dizer “Dia A Seguir”,
Tento subir ao pedestal da razão,
Esqueçendo as ruas que me levam pelo tempo,
Deixando de olhar o acordar de cada dia,
No qual o tempo vai mudar,
Hoje...
Amanha...
Depois...
Tanto faz se a luz do amor esta a brilhar,
E descobrir que afinal tenho espaço para ser capaz,
Em outras formas e dias que virão – diferentes das que vivi...
Um dia...
Quando souber que não tera de ser assim,
E que rumo caminhar,
Esse dia,
Sera o “Dia A Seguir”
Em verdades pronunciadas,
Abraços e momentos que pensava serem verdadeiros,
Contemplava a alegria e musicas evidentes,
Nos seus momentos certos...
O reencontro e a separação,
O sofrimento da recordação – sem o elemento da ousadia,
Na qual não pensara deixar,
Enquadrado numa porta sem saida,
Posterior a difilculdade resolvida e afastada...
Tantos dias uteis e claros sem o bom senso,
São dias raros e sem recomendação,
Sem rotina, sinos, e prudencia,
E essa alegria de saber encarar a dor se nos fizer frente,
Sem receber o passado...
A verdade...
O passado...
Esses serão as necessidades...
Esses serao os meus momentos
“Verdadeiros”
Entre dias de conhecimento - encontrei o teu olhar...
Sem saber porque,
Sem saber pronunciar,
Apenas senti o leve toque das palavras...
Dias Passaram,
Entre o entardecer - te encontrei...
Pelas palavras,verdades, e magoas,
Senti o sentimento que soube entender,
No meu mais infimo ser...
Teu olhar,
Meu olhar,
Entre o circulo circundante,
Que meu corpo navegou,viajou...
imaginou...
Criou...
Nesse dia Relembro,
Teu ser...
O toque...
As palavras que não econtrava,
As sensações que outrora desapareceram...
Sei Assim...
Que Sou,
Um Sonhador...
Esperava pela tua lembrança de a pouco,
Pelas palavras que ja pensara ouvir..
Como e tao brando essa sensação de poder ver teu sorriso,
Esperando...
Imaginando o que podia dizer...pronunciar,
Tentando ser o quanto indeferente por tudo o que passei,
Pensava...se valeria a pena convocar os sentimentos tardios,
Sentimentos que ja algum tempo guardava em recantos isolados,
Mas Quero Viver...
Quero poder sentir, mesmo que escorregue a toa pela da vida,
Quero saber dizer ...eu...e saber voltar errar,
Esperava...
Uma lembrança,
Esperava...
Um pouco,
De “Amor”.
No meu pensamento temo por sentimentos tardios,
enganos de ousadias que se distinguem em ordens...
sinto que ainda nao consegui nada de mim,
nada de interior,
nada profundo...
cruel e sem emoção são meus desejos,
que se perdem na claridade do vazio...
assim...
estou,
junto a visibilidade do indiferente...
sem poder dizer,
sentir,
amar,
sem poder dizer a verdade de meu intimo,
a verdade...
crio a verdade que tenciono poder ver,
mas e tão indiferente como as emboscadas do amor...
rodeado de inimigos que inferem nos sentimenos
deixando de ser o que sou,
sentir o que sinto e poder ver o que "Amo"
Dias passaram...meses...anos, minha vida? Ecos denunciam seu trajecto,
Pela traição da vida que procurou um tempo: sobre um horizonte distante,
Relembro no meio de momentos, partes de um futuro incerto,
Um Olhar,
Seu olhar,
Teu olhar,
Entre memorias perdidas e incontornaveis,
Observei,
O mais puro mundo sonhador,
Que percorreu em mim suas fantasias distantes,
Eternas...
No seu som, melodias místicas existem,
Amam,
Partem...
Estendi minha mão: cheio de incerteza,
Sem pedir nada em troca,
Como uma lagrima que chora...
Uma lagrima,
Derramada por ti,
Princesa de um paraiso...
Essa lágrima,
Existe um sonho, uma saudade, um desejo,
Que perguntam assim...
Quem te amou?
Será o ser mistico?
Que ousara tocar no teu coração...sem pronunciar uma voz.
Dias passaram...meses...anos, minha vida? Ecos encontram seu trajecto...
Caminho sobre degraus circundantes que pronunciam meu passado...além o mundo da criança sonhadora que ousa indicar um caminho...ao observar deparo com a frontalidade do medo, fujo...pois nao quero percorrer esse caminho...nao quero observar esse horizonte.
No seu retorno a alegria da criança renasceu quando pude de novo sonhar...
Um dia a lagrima chorou...entre paisagens que encontram sua saudade, sua musica eterna, a lagrima essa nunca morrera, apenas renascera das cinzas de um deus menor...