
Para...
Olha para mim e diz o que ves,
Ouve a tua alma e descansa no meu colo,
O cheiro, o toque das “Formas De Vida”,
Onde as folhas do nosso amor passam em branco...
O mundo,
Esse fecha-se por dentro de nós,
Na indeferença,
Na esperança,
Revelando o poder que imagino nos meus sonhos,
Para...
Tocame na minha outra face: reconhece-me,
Em tudo o que vivemos...
Em tudo o que passamos...
Assim: serei eu,
Podendo abraçar o proximo sem dizer adeus,
E pedir a desculpa intelectual,
Oferecendo minha mão...
Meu amor...
E dizer:
Para...
Olha para mim,
Sim...ja sei o que ves.
